H1N1-saiba-mais-sobre-essa-doença

H1N1, saiba mais sobre essa doença

A tão temida gripe transmitida por vírus, chegou mais cedo em 2016. O outono mal começou e já fomos surpreendidos por vários casos, por conta da doença também conhecida como Influenza A ou gripe suína. O que causa pânico na população é que algumas mortes já foram confirmadas e a vacinação está a passos lentos.

Diferente de uma gripe comum, a H1N1 oferece complicações séries à saúde da população, podendo levar as pessoas à morte. Os sintomas podem ser facilmente confundidos com os de uma gripe comum, por isso a atenção deve ser redobrada. 

Transmissão

Assim como a gripe comum, a H1N1 pode ser facilmente transmitida por gotículas de saliva de tosse ou espirro. Ela é altamente contagiosa e quem for infectado pode demorar de um a quatro dia para manifestar algum sintoma.

H1N1-saiba-mais-sobre-essa-doença

 

Grupos vulneráveis

Entre 2009 e 2010 ouve um surto de H1N1 no Brasil e pode-se observar que as pessoas infectadas estavam na faixa etária de 5 a 24 anos, com poucos casos em pessoas acima dos 65 anos. Os grupos de risco identificados foram: crianças, obesos, gestantes, doentes crônicos e pessoas com problemas respiratórios.

Há situações que nos colocam em risco, como ficar em ambientes fechados, com muitas pessoas, seja em ônibus, casas noturnas, elevadores, ambientes climatizados por ar condicionado, etc.

Sintomas

Atenção aos sintomas que se parecem com uma gripe normal, mas que evoluem e debilitam a saúde dos pacientes:

  • Tosse
  • Dores musculares
  • Dor na garganta
  • Diarreia
  • Febre alta
  • Dor de cabeça
  • Falta de ar
  • Espirros
  • Fraqueza
  • Nariz congestionado
  • Náusea
  • Vômito
  • Coriza

Tratamento

É através de medicamento e observação clínica. Em casos mais agravados, pode ser necessário o internamento do paciente e o uso de antivirais.

Prognóstico

Um paciente que foi diagnosticado com H1N1 deve ficar em casa, de repouso e evitar contato com outras pessoas, por conta do risco de transmissão da doença.

Vacinação

As campanhas de vacinação já iniciaram na rede pública de saúde e contemplam os grupos de risco: idosos acima de 60 anos, gestantes e crianças entre 6 meses e 5 anos. Há também um cuidado grande com doentes crônicos, funcionários do sistema prisional, detentos e indígenas.

Para quem não se encaixa em nenhum desses grupos, o ideal é que vá até uma clínica particular e compre a vacina.