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Médicos Sem Fronteiras: ajuda humanitária pelo mundo

A Médicos Sem Fronteiras (MSF) é uma organização internacional que oferece ajuda médica e humanitária a populações em situações críticas como a de conflitos armados, catástrofes naturais e epidemias. A principal ideia da ONG é que todas as pessoas têm direito a tratamento médico e que essa necessidade é maior do que as fronteiras do Estado. Atualmente, a MSF atua em mais de 70 países.

A MSF também está presente no Brasil. Desde 1991, a organização se dedica à vigilância epidemiológica, ao diagnóstico da doença de Chagas e ao tratamento de AIDS. No Rio de Janeiro, a MSF chegou a implantar em áreas mais violentas um Centro de Saúde e uma Unidade de Emergência. Essa, instalada no Complexo de Favelas do Alemão, atendeu 15 mil pessoas em 2008. No mesmo ano, a organização promoveu em nove estados da Amazônia o treinamento de profissionais da área da saúde para o diagnóstico da doença de Chagas. Durante o ano de 2013, 98 profissionais de diferentes especialidades integraram o grupo MSF-Brasil em projetos espalhados por 37 países.

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A MSF atua em váris países do continente africano

 

MSF na África

A MSF atua em váris países do continente africano. Na África do Sul, trabalho desenvolvido se concentra no combate ao HIV. Afinal, o país tem seis milhões de pessoas que vivem com o vírus, demandando uma  atenção especial. Na Burkina Faso, o trabalho é mais focado no combate à violência. Em Burundi, o MSF lançou um programa voltado para complicações obstétricas. Já em Camarões, é feito um trabalho focado no tratamento da úlcera de Buruli.

Em Chade, país localizado no centro-norte da África, a MSF desenvolve um trabalho na prevenção e tratamento da Malária. Na Costa do Marfim, o trabalho se resume atualmente na identificação de cuidados de saúde maternos. No Egito e na Etiópia também há um trabalho semelhante. Em países montanhosos e de difícil acesso como Lesoto, a MSF oferece cuidados básicos e gratuitos de saúde.

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O vírus do Ebola tem manifestado grande preocupação da comunidade mundial

 

Combate ao Ebola

Recentemente a MSF tem ajudado países afetados pelo surto de Ebola. O vírus do Ebola tem manifestado grande preocupação da comunidade mundial. Com cinco etapas - sendo o mais letal deles o Zaire, a doença inicialmente traz dor de garganta, dores musculares e dores de cabeça. Em fases mais críticas, provoca hemorragias. A morte nesses casos ocorre por causa da diminuição da pressão arterial, que é causa pela perda de sangue.

O Ebola tem se alastrado pela Africa Ocidental desde março de 2014 e, desde então, a MSF tem desenvolvido um trabalho de tratamento de pacientes com o vírus. Nos primeiros sete meses da epidemia a organização montou seis centros de tratamento, que ao todo receberam 4.900 pacientes, e mobilizou pouco mais de três mil profissionais. Dos 3200 confirmados com a doença, 1100 sobreviveram.

Mas o trabalho da organização Médico Sem Fronteiras combatendo o Ebola não foi algo que surgiu agora. A ONG já havia tratado centenas de pessoas infectadas na Uganda, no Congo, na República Democrática do Gongo, no Sudão, na nova Guiné e no Gabão. A MSF foi essencial para que se evitasse uma epidemia de Ebola na Uganda, em 2007. Trabalhos como esses fazem do MSF uma das mais importantes do mundo. Confira abaixo

um resumo do que a ONG fez no ano de 2014. Para conhecer mais, acesse: http://www.msf.org.br/

https://www.youtube.com/watch?v=uFVBWvPn6bg#t=89